
Ficha Técnica – Vigilante: Boku no Hero Academia Illegals 2nd Season
Gênero: Ação, Super-Heróis, Shounen
Estúdio: Bones Film
Diretor: Kenichi Suzuki
Origem: Mangá
Data de estreia: 5 de janeiro de 2026
A estreia da segunda temporada de Vigilante: Boku no Hero Academia Illegals traz um retorno empolgante a um dos cantos mais interessantes — e moralmente cinzentos — do universo My Hero Academia. Diferente da abordagem mais glamourizada dos heróis licenciados, esta série mergulha na realidade de quem quer fazer o bem sem reconhecimento oficial, e o primeiro episódio já estabelece um tom sólido e envolvente para o que está por vir.

Logo nos primeiros minutos, percebemos que a série continua fiel à sua proposta: uma história que se passa alguns anos antes da nossa história principal com a turma 1-A de Midoriya, que agora oficialmente encerrou sua produção ao final de 2025. O foco está em personagens que lutam por justiça mesmo sem uma licença oficial de heroí, por isso o nome vigilantes. Koichi Haimawari, nosso protagonista, ainda tenta encontrar seu lugar como vigilante — alguém que age nas sombras, motivado mais por altruísmo do que por fama ou regulamentação.
A construção da narrativa respeita o passado da primeira temporada, mas já começa a expandir as motivações dos personagens, inserir novos elementos que irão nos levar aos caminhos da história e a aprofundar conflitos internos — especialmente a ambivalência entre regra e justiça pessoal. É uma abordagem que agrada tanto fãs casuais quanto quem acompanha o universo My Hero Academia à fundo.

A produção continua sob a responsabilidade do estúdio BONES Film, uma divisão do renomado estúdio Bones, que tem um histórico sólido em produções como Fullmetal Alchemist, Mob Psycho 100, Gachiakuta e My Hero Academia. O episódio demonstra fluidez nas cenas de ação, enquadramentos dinâmicos e um visual que equilibra realismo urbano com elementos superpoderosos de forma convincente. Além disso, faz um bom trabalho em reforçar a química entre os protagonistas — Koichi e Pop☆Step, sem esquecer de trazer elementos familiares do universo maior de My Hero Academia.
Há pequenas incursões que sugerem ligações indiretas ao mundo dos heróis licenciados, o que amplia o contexto narrativo e cria expectativas sobre como essas histórias paralelas vão se entrelaçar com a cronologia principal. Koichi continua sendo um protagonista carismático e, mesmo com uma peculiaridade considerada “fraca” dentro dos padrões heróicos, sua determinação e crescimento pessoal são o coração da série.

Sinopse:
A segunda temporada de Vigilante: Boku no Hero Academia Illegals (Vigilante: My Hero Academia Illegals) continua a narrativa spin-off e prequel que se passa anos antes dos eventos da série principal My Hero Academia. A trama segue Koichi Haimawari, um estudante universitário com uma peculiaridade inofensiva (“Slide and Glide”), que sonha em ser um herói, mas atua como um “vigilante” não licenciado. Ao lado de Knuckleduster e Pop☆Step, a história aprofunda a vida dos vigilantes de rua e os perigos que eles enfrentam, muitas vezes lidando com vilões perigosos e a parte mais sombria da sociedade de heróis. A segunda temporada continuará a explorar o desenvolvimento do trio e os mistérios que cercam o principal antagonista do mangá.

Expectativas:
No fim das contas, esse primeiro episódio entrega uma abertura sólida, empolgante e cheia de promessa para o restante da temporada. A sensação é de que Vigilantes está pronta para aprofundar temas como identidade, moralidade e o verdadeiro significado de “herói”, tudo isso com um ritmo envolvente e um visual de qualidade técnica elevada. Para quem já acompanhava desde a primeira temporada, esse retorno confirma que a série não perdeu o fôlego — pelo contrário, parece pronta para explorar ainda mais profundidade emocional e narrativa nos próximos episódios. E mesmo para quem ainda não conhece, este episódio funciona muito bem como porta de entrada a um spin-off que tem personalidade própria dentro de um universo já amado por tantos.

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