
2026 entregou bem essa edição histórica:
A quarta edição do Web Summit Rio encerrou suas atividades deixando um legado claro: a Inteligência Artificial não é mais uma promessa, é a base da nova economia. Durante quatro dias, o Rio de Janeiro reuniu os maiores nomes do setor global para discutir a soberania tecnológica e a aplicação prática da IA.

O “Rio AI City” e a Soberania Digital
O ponto alto político e econômico foi o avanço do Rio AI City. A Prefeitura do Rio anunciou o primeiro aporte de um investimento que pode chegar a US$ 65 bilhões na próxima década. O projeto visa tornar o Rio um dos dez maiores polos globais de IA até 2032, com foco em infraestrutura de data centers e soberania tecnológica. A Elea Data Centers já recebeu US$ 550 milhões para iniciar essa transformação.

IA no Cotidiano e nos Negócios
As discussões deixaram de ser sobre “o que a IA pode fazer” para “como a IA gera receita”. Destaques incluem:
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Agentes de IA: O foco mudou para a IA agêntica — sistemas autônomos que executam processos complexos. A brasileira Dalton Lab, grande vencedora da competição PITCH, exemplificou essa tendência ao criar fluxos de trabalho onde agentes lidam com tarefas robóticas enquanto humanos focam em estratégia;
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Google Cloud: Anunciou a meta de capacitar 3 milhões de brasileiros em IA;
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Produtividade com “Vibe Coding”: Debates sobre como plataformas como o Replit permitem criar softwares sem a necessidade de grandes equipes de engenharia, democratizando o desenvolvimento tecnológico.
Dados do Evento
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Público: +40 mil pessoas;
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Startups: 1.572 (43% com fundadoras mulheres);
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Investidores: 688 fundos de peso como Softbank, Kaszek e Monashees estiveram presentes;
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Próxima edição: Já confirmada para 14 a 17 de junho de 2027.
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