
Gachiakuta é um mangá escrito e ilustrado por Kei Urana. O primeiro capítulo é um baita convite para fazer com que o leitor permaneça na obra. Apresentando inúmeras informações, que são envolvidas em muito suspense e mistério, é difícil não querer saber mais sobre o universo do mangá.
A narrativa aborda um tema muito interessante sobre segregação, em um mesmo local existem dois tipos de sociedade: aqueles que possuem dinheiro e direitos, e aqueles que são excluídos, os pobres e sem serventia nenhuma, e é justamente neste lugar que Rudo, o protagonista, tenta viver sua vida da melhor maneira possível.
Mas afinal, o mangá realmente é bom? Vale a pena investir o tempo nele? Fique até o final deste texto para descobrir. Mas adiantando para você, vale a pena, sim.
Vivendo de maneira excluída
Rudo é filho de um assassino, portanto, as pessoas têm uma preconcepção do comportamento do garoto e sobretudo do que ele pode vir a se tornar no futuro, porque segundo eles, filho de um assassino eventualmente assassino será. A apresentação do personagem é bem enfática.
Denota que ele, desde pequeno, sofreu bastante e sempre teve que se esforçar ao máximo para conseguir viver, logo, a resiliência faz parte do estilo de vida do menino.
Enquanto a sociedade “lá em cima” não dá valor às coisas e, por besteira as joga no lixo, Rudo, como uma espécie de catador, procura e ressignifica esses objetos, isso faz com que ele revire vários lixos pela cidade a procura de coisas.
Eventualmente, ele acaba sendo taxado de “baderneiro dos lixos” e a polícia começa a ficar na cola dele, na tentativa de capturá-lo.

O ódio pelos seres humanos, o abismo e o design do protagonista de Gachiakuta
No final do primeiro capítulo de Gachiakuta, Ruto parece nutrir uma raiva genuína pelas pessoas, isso porque ele é injustamente acusado de assassinar seu pai de criação. Obviamente outro personagem foi o culpado, mas quem? E por quê?
Deixado pela premissa de Gachiakuta, esse é mais um mistério. O fato é que Rudo é condenado ao abismo, um local criado para pessoas criminosas. Ali, tudo que deixou de ter valor é lançado no esquecimento, sem nenhum direito e nenhum apoio, o jovem é jogado no abismo profundo, jurando matar a todos que fizeram isso com ele.

Essa lance de vingança geralmente é sempre uma boa escolha, porque funciona muito bem. A forma que ela trabalhada será, agora, aqui é o x da questão. Todavia, é preciso continuar lendo para descobrir. E algo me diz que valerá a pena essa descoberta.
Por fim, acerca do design do protagonista, muitos comparam ele com o Bakugou, de Boku no Hero, e de fato possui uma determina semelhança, tanto no design em si como também na maneira de tentar expressar o que realmente sente.
Finalizando as primeiras impressões de Gachiakuta
Em síntese, dê uma chance para Gachiakuta. O mangá está em publicação atualmente e promete ser um dos bons shounens da nova geração. Ainda não está tão em ascensão, entretanto é questão de tempo até que as pessoas comecem a notar sua presença na indústria.
Quem sabe futuramente ganhe uma adaptação em anime e torne-se ainda mais relevante, porém, por enquanto são apenas pensamentos. Mas uma coisa é certa, vale a pena ficar de olho neste título. Então, se você não conhecia Gachiakuta, passe a conhecer.

O que achou de Gachiakuta? Vai dar uma chance para o mangá? Deixe nos comentários, queremos saber sua opinião.
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Infelismente quase todos os grandes shounens dos ultimos anos ja se enceraram, AOT(o manga ja acabou, mesmo o mappa atrasando o anime), kimetsu, boku no pico o manga ta quase acabando, fire force ja encerrou e esse ano tem a 3 temp, jujutsu tem a 2 temp esse ano mais o manga tbm ja tem data pra acabar
Eu não menti, eu até prefiro que as histórias sejam “curtas”. Prolongar demais, às vezes, pode afetar negativamente a narrativa e eu, em particular, tenho um pouco de ansiedade em ficar esperando o lançamento de novos capítulos. Então, quanto mais rápido acabar, melhor, aushaushau. Mas há exceções, claro.