Akame ga Kill: análise do mangá O mangá segue a mesma linha do anime? Seu enredo é melhor? Confira a seguir.

Henrique Meireles
(Redator de Blog)
©White Fox/Takahiro e Tetsuya

Spoilers

Atenção; acontecerá uma análise da obra como um todo. Então, a partir de agora, spoilers serão liberados. Se você tem interesse na leitura desse volume, ou na obra, deixe para ler esse artigo após isso.

O apelidado “Akame ga Thrones” pelos fãs foi recentemente finalizado no Brasil. A edição final foi lançada pela Panini em julho de 2018, fechando uma coleção com 15 volumes. Sendo comparada a obra de George Martin; Akame ga Kill é uma história que conta como um grupo de rebeldes tenta mudar sua nação enfrentando um império corrompido. Nessa história, o objetivo final vale mais do que os personagens, e, por esse motivo, não é recomendável se apegar a nenhum deles.

Mortes

A morte é algo comum à obra. Esse é um ponto que muitos não gostam quando se trata da narrativa, acreditando que algumas mortes são desnecessárias. No entanto, é isso que o autor busca, pois quando se trata de uma guerra, algumas mortes são em vão. Não existe glória em seu adeus. Soldados às vezes morrem sem nem mesmo lutar, e isso é mostrado na obra. Ninguém está seguro. O objetivo requer soldados capacitados, mas nem sempre poderão contar com eles, exigindo que os líderes tenham de pensar em uma estratégia nova o tempo todo para conseguir alcançar o desejo final.

Volume 15

O mangá traz nesse volume a batalha final; o último suspiro do grupo rebelde necessário para alcançar os objetivos. Do outro lado; o império traz seus soldados mais poderosos para garantir que esse grupo não alcance os seus desejos… no fim, só um lado ganha, mas independente de quem seja, haverá perdas.

Do lado rebelde; Najenda, Akame, Tatsume e Leone, junto ao exército rebelde, enfrentam Esdeath e seu exército de gelo; mostrando todo o poderio dela. Ainda há a participação breve de Wave, com sua dupla sincronização de Teigu ajudando Tatsumi na luta contra a Teigu do Imperador.

O final de uma guerra: o destino dos personagens, a resolução de cada um; e o resultado da guerra. Inúmeras serão as revelações do volume trazendo o desfecho daqueles que foram acompanhados desde o volume um.

O anime não é o suficiente

Se você assistiu ao anime e gostou da história, é recomendado que você dê uma chance ao mangá. Tal tem muitas coisas em comum com o anime; mas o mangá tem histórias que o anime nem pensou em adaptar. Tem arcos que acontecem de forma diferente ao que foi adaptado. Além de maiores explicações e desenvolvimentos, e um final diferente ao que foi mostrado.

Arte

Com a chegada do volume final, podemos observar a evolução do desenhista Tashiro Tetsuya. Comparando o primeiro e o último volume,  já conseguimos ver essas diferenças. Mas quando analisamos a arte mais intimamente, sua evolução é ainda mais perceptível. Ao lado esquerdo o Capítulo 7 e ao lado direito capítulo 68.

E vocês, o que acharam do final da obra?

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  • Anduir Lothar

    concordo plenamente. o anime é bom, mas o mangá é excepcional…

    • Anthoni Vedovato

      então somos 2!
      To vendo Ambos! Embora eu avancei mais no Mangá