Hamatora: cópia de X-Men? Entenda porque você deve dar uma chance para essa obra!

Gabriel Perianez
(Redator de Blog)
©NAZ/Yukino Kitajima

Fala pessoas, tranquilo? Gabriel aqui. Hoje trago a vocês um anime bem-interessante: Hamatora! Escrito por Yukino Kitajima, a obra conta com Yūki Kodama realizando o design dos personagens e Yū Wazu usufruindo do mesmo para a ilustração. O mangá intitulado Hamatora: The Comic começou a ser “serializado” na Weekly Young Jump e foi finalizado com apenas 3 volumes.

Em 2014, o estúdio NAZ produziu a primeira parte da adaptação da obra intitulada; Hamatora: The Animation contendo 12 episódios. No mesmo ano, a segunda parte da adaptação da obra chega pelo estúdio Lerche, intitulada; Re:_Hamatora também contendo 12 episódios e finalizando a obra. Um filme também produzido pelo estúdio Lerche foi lançado em 2015.

©NAZ/Yukino Kitajima

Sinopse

Minimum“; um poder inato especial encontrado em um número limitado de seres humanos, conhecido como “Minimum Holders“. Em Yokohama, a equipe de detetives Hamatora, formada por dois Minimum Holders chamados Nice e Murasaki, se depara com informações relacionadas a um serial killer sendo perseguido por seu velho amigo; Art. Acontece que todas as vítimas são detentoras mínimas como elas. Inicialmente sem vontade, os dois detetives se envolvem na investigação.

©NAZ/Yukino Kitajima

Por que assistir?

Talvez seja inegável, mas o enredo da obra segue muito a linha de X-Men. Os Minimum Holders seriam como os mutantes, pode-se assim dizer. Mas na segunda temporada, fica muito mais nítida a semelhança entre as duas obras, pois Hamatora passa a trabalhar em como a sociedade deve lidar com a existência dos Minimum Holders. Deveriam ser tratados como um pessoal normal? Deveriam trabalhar para o bem da humanidade? Deveriam ser controlados pelo governo para que o pior não aconteça?

Questões essas são abordadas no decorrer do anime, porém, não se limitam apenas a isso. Durante boa parte da obra, a comédia e coisas do cotidiano prevalecem, por exemplo, os trabalhos que o grupo realiza; os mesmos esses que acabam se conectando por algo maior. A motivação dos vilões principais são aceitáveis, lacunas da primeira parte da adaptação são muito bem fechadas no decorrer da segunda parte, porém, não tão rápido quanto se espera.

Os personagens funcionam bem juntos, existe sentido no porquê de cada um trabalhar com o outro. O passado de cada um é explicado por meio de flashbacks e traz sentido do porquê, e como eles foram parar ali. A trilha sonora é básica, não deixando de ser boa. A animação é provavelmente o maior destaque dessa adaptação, trabalhando bem com as cores – principalmente – quando as habilidades Minimum são ativadas.

©Lerche/Yukino Kitajima

Considerações finais

Trazendo uma premissa parecida com X-Men, a obra se torna interessante com personagens de personalidade agradável e com algumas reviravoltas chocantes, que, prendem o espectador. O anime termina com a história de bom alinhamento e fechada, o que torna uma terceira temporada difícil do acontecer.

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