Gameoverso — A Nova Sensação nas Animações Indie Aposta de peso no plantel da Glitch Productions

Josué Fraga Costa
(Redator)

Gameoverso
© Gameoverso

E com este post, comemoro 4 anos de Anime United! 157 matérias, um livro lançado, para o grande público de animes, mangás, e cultura japonesa! ありがとうございました!

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Ficha Técnica: Gameoverso (Gameoverse)

Gênero: Ação, Sci-fi, Comédia;
Produtora: Glitch Productions;
Diretor: Ross O’Donovan;
Origem: Original;
Data de estreia: 15 de maio de 2026.

Sim, os animes são bons, mas creio que se mais animações como estas surgirem, com a mesma tocada dos cartoons que citei lá no começo, não duvido em nada que o sucesso será questão de tempo, pois ver obras independentes com milhões de pessoas em todo o planeta acompanhando-as, é o indicativo crasso de que os fãs querem realmente consumir conteúdo do tipo.

Este é um trecho de uma matéria que trouxe aqui na Anime United em dezembro de 2023. Quase três anos se passaram, e grandes coisas surgiram no cenário de animações ocidentais:

O Incrível Circo Digital é um sucesso e prepara seu último episódio, que será transmitido em cinemas no mundo todo; Murder Drones finalizou de maneira espetacular, e com grandes médias de audiência; Planetronika estreou e trouxe de volta a boa estética dos cartoons no começo dos anos 2000, com mais de um milhão de visualizações; Day Job surgiu como grande promessa da Austrália, e agora, Gameoverso (Gameoverse em inglês) é a nova joia da coroa!

As origens da obra

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Tenho o prazer de estar vivo durante um período de transição no cenário do entretenimento ocidental — o levantar das animações independentes! Não foi à toa, ou mera aposta de sorte — estão descobrindo que a internet guarda um grande acervo de obras e projetos promissores há tempos!

Gameoverso é uma criação que já vinha cozinhando desde 2009, quando Ross O’Donovan (RubberRoss, RubberNinja) lançou o começo de sua obra na Newgrounds (plataforma de conteúdo independente), ainda em flash — hoje, coisa de velho! Foi roteirista e animador em projetos diversos, se destacando pelo canal americano Game Grumps, com animações curtas de humor ‘shitposting’ — mesma proposta das primeiras animações de Gameoverso.

Ganhou novo fôlego na Glitch, após várias tentativas de trazer a obra ao público, como dito pelo próprio Ross em suas redes sociais, e surpreendeu a internet com um episódio piloto que alcançou impressionantes 11.551.977 visualizações em meros cinco dias desde sua estreia; oficialmente dublado em 19 idiomas, com um grande elenco na versão brasileira (mais disso à frente)!

O mundo-enredo

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O enredo e mundo da obra se confundem, como destacado no nome da obra — um universo de jogos. Nele, vários jogos são seus respectivos planetas totalmente independentes. Porém, caso o herói vença o vilão, concluindo o jogo, o mundo também se conclui! Nisso, Kit — a protagonista principal da obra, e catalisador das ações, sobrevive à destruição de seu mundo, junto de seu parceiro, o robô Kaboodle.

Ambos são salvos por Dusk, um personagem que ainda não ganhou destaque na obra, mas é o líder da Farcade — organização composta dos heróis e/ou protagonistas dos mundos destruídos. Estes, têm como inimigos a Sintaxe, lideradas pelo ciclope Warrick, onde possuem o mesmo tipo de organização, só que composta pelos vilões.

Aqui temos o primeiro bom detalhe da obra, e que se bem desenvolvida, pode ser um atrativo à parte. Se o herói vence, todo o mundo é destruído. Então, os heróis restantes, como Kit, devem impedir que isso ocorra, e os vilões da Sintaxe fazem o oposto ao ajudar os heróis, que acaba por destruir o mundo e absorver as informações.

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É um conflito interessante ver que os heróis tenham de impedir o ato de heroísmo que os defina, e os vilões passando pelo mesmo problema, ao serem os heróis. Ambas as organizações se rivalizam, mas possuem estruturas bem parecidas na forma, assim, gerando um antagonismo nato. E há um detalhe que vale para ambos: não podem contar aos membros deste mundo sobre a verdadeira e desconhecida dinâmica, ou o mundo os eliminará!

Um sistema de pesos e contrapesos peculiarmente funcional e que dá parâmetros para a obra. Detalhe importante e que vale salientar: não são jogadores controlando personagens, nem mesmo um Sword Art Online com realidade aumentada — são seres vivos num mundo real, e que estão inseridos numa realidade plena e disfuncional. Tanto a Sintaxe quanto a Farcade querem compreender o motivo disto, sendo a base do antagonismo entre ambas.

A Farcade é composta de heróis que viram seu mundo, seus amados e queridos sumirem num piscar de olhos, e não desejam que isto ocorra com mais ninguém. Principalmente com Kit, quem demonstra interesse máximo nas personas que já salvou, como o Aprendossauro, Gobbles. A Sintaxe, por outro lado, absorve o mundo destruído à busca de respostas, salvando seus respectivos vilões. O motor que move o enredo, e um com bom potencial.

Os protagonistas-antagônicos, e antagonistas-protagonistas

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Um universo que se baseia nos fundamentos de jogos não é algo novo, mas poucos são os que realmente compreendem a fundo a sua aplicação aos personagens. Aqui, um cuida e completa o outro numa forma cooperativa bem trabalhada, e que de quebra, ajuda a demonstrar mais personagens por vez — e olha, para uma obra original, não sofrerá de enredos com personagens enxutos.

Kit é a mulher-gato protagonista-mor da obra. Ela se funde com Kaboodle em combates, e luta semelhantemente ao Megaman — até os canhões nos braços e transformações se parecem. Ela é a definição de simpatia em pessoa: bonita, educada, demonstra afeto por qualquer outro protagonista sem acepção. Kaboodle, por outro lado, é a figura complementar de uma dupla: ranzinza, de poucas palavras, seco, irônico, mas sempre parceiro.

Quando unidos, têm força de combate notoriamente temida pela Sintaxe. O curioso: Kaboodle é um robô pleno — ele não tem a empatia de um ser vivo, a alma, o que causa dinâmicas bem cômicas, vistas nos primeiros diálogos entre ambos na nave. Nisso, Kit entra e equilibra o jogo, pois arruma parceiros ao longo da jornada, porém, que não são como ela em capacidades, como o Aprendossauro que imita e muito ao Barney, Gobbles.

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Ele é outro elo curioso do grupo: ele não atua em combate, não tem poderes, não tem funcionalidades. Ele veio de um jogo infantil de aprendizado do alfabeto. Mas, como é um ávido aprendiz, ele evolui como um belo apoio à Kit — principalmente nos momentos de crise traumática que ela sofre, logo ao perceber padrões que remetem ao seu próprio mundo.

A Sintaxe já se mostra mais poderosa e com mais recursos, tendo agregado mais personagens. Deise Informação (mais sobre o nome dela à frente) é uma humana de alta capacidade de liderança e conhecimento tático — postura corporal de um Bison da vida, com mais curvas e confiança.

Ela é balanceada à moda Rokit com Fold — como o nome entrega, um ser de papel que se transforma em qualquer coisa. Como dizem nos EUA, eles são os “aminigos” (Frenemy), se odiando e atrapalhando o outro de forma cômica, mas tendo que trabalhar juntos. Uma mulher com muito zelo e cabeça, e um ser faltando tudo isso, mas com habilidades especiais.

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Warrick é o grande vilão, bem literalmente. Um ciborgue enorme com shape de fisiculturista, braço robotizado e outro forçado em seu tronco, mas que agrega qualquer um sem critério. Tem um tom cômico como os vilões de cartoons como o Macaco Louco, sempre com um tom irônico bem utilizado, mas impetuoso a quem o confronte!

Flappers, o Super Golfinho se junta à Farcade, é um golfinho bombado, com voz cômica como a do Mort de Madagascar — possui um tom de alívio cômico, mas não é somente assim durante a obra. Seu arquirrival, Snappers, é a representação do Bowser em forma de tubarão, porém, impetuoso com Warrick, e não teve a mesma duração que Flappers — apesar de ser bem apresentado e usado no episódio, com dinâmicas cômicas e um bom contraponto dentre os vilões.

Malícia, a inimiga direta de Kit, derrotada por ela nos primeiros momentos, e com uma transformação digna de Lady Demitrescu, mostra que não é só um Metal Sonic para Kit, mas sim um grande potencial destrutivo de ação! Gosto de ver inspirações já estabelecidas, não sendo cópias genéricas. Eles possuem personas próprias, carisma, design trabalhado de acordo, e potencial utilizado proporcionalmente no episódio.

Uma ode ao bom gosto visual

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Gameoverso é impressionante em seu enredo, mas seu grafismo absolutamente cativante é um ponto a ser destacado. Não é o primeiro 2D exibido pela Glitch, mas é o primeiro que me despertou interesse pleno. Não que Cavaleiros de Guinevere seja ruim ou fraco, pois não é! Mas, a estética de um cartoon antigo, com a qualidade visual de 2026, pendeu a balança em seu favor.

Primeiro: não é travado, pixelado, com traços de principiantes no ramo, cores não são aberrações de pessoas sem bom gosto — ele flui com muito zelo, apesar de não ser tão complexo e detalhado como em outras obras, como Lackadaisy. Mas, me parece estar pronto antes mesmo de um aprofundamento da obra, o que demonstra uma maturidade de projeto.

O primeiro episódio já foi ousado em mostrar que a obra será variada em seu visual. Um espaço com combates entre naves, um mundo oceânico — que foi o grande destaque do episódio piloto. É arriscado, pois ter de trabalhar diferentes ambientes pode adicionar complexidade e tempo na produção. Mas se bem entregues, solidificam o caráter da obra!

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Os personagens também ganharam uma atenção especial. Não há como se enganar quanto a quem é quem, o que valoriza a persona individual de cada um, e compõe bem o enredo. Kit é extremamente fofinha e bem trabalhada — uma mulher-gato bonita de se ver e que exala sua feminilidade sem qualquer tipo de exagero ou abuso.

Kaboodle é um robô mochila e bem útil — carrega equipamentos fundamentais para Kit, se funde a ela em combate, e o visual de bola com dois tons, parecendo um homem de meia-idade calvo, é uma sacada que não passou batido em meus olhos. Barney, quero dizer, Gobbles, é seu bichinho de pelúcia da infância cheio de carisma. Aliás, ele e Flappers são os elos da base original de Gameoverso.

Flappers agora é um golfinho com cara de trouxa e torneado de Whey Protein até o talo — a combinação de humor e aleatoriedade da obra. Fold é literalmente um origami, se dobra e torna-se em qualquer coisa, e é utilizado de acordo por sua bela parceira, Deise Informação. Uma loira cativantemente atraente sem vulgaridades, com grande maturidade e compostura de ser dominante.

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São alguns dos exemplos de que a obra é variada na quantidade certa, conseguindo altas doses de originalidade e atenção dos espectadores. Warrick é o vilão de topo, sendo sarado — um verdadeiro triângulo invertido, com visual de ciborgue temível e respeitado.

E sendo um episódio onde se passa em um mundo oceânico, deu pra ver outra sacada na obra: tanto Kit quando Deise utilizam roupas de praia, e as trocam como num jogo — um mero click e a skin atualiza instantaneamente. Aliás, um design de praia bem montado por Ashley Church, que sendo mulher (à seguir), trouxe um design que ao mesmo tempo é funcional num corpo feminino, quanto é atraente na medida certa.

Quando precisam ser cômicos, os traços seguem de acordo. Não poupam nos efeitos especiais de cada personagem, ao utilizarem seus poderes. A estética dos jogos de 16 e 32 bits ao transitarem entre as fases é utilizada, e os pixels são trazidos em momentos específicos da obra, principalmente quando algo é dissolvido — uma atenção e boa utilização de seus detalhes.

Polêmicas vazias — outro toque na ferida ocidental

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E claro, algo que está fazendo tamanho sucesso, e finalmente, algo que o Ocidente conseguiu trazer de bom, não poderia deixar de evidenciar problemas estruturais dentro do entretenimento. Como trouxe anteriormente, Ashley Church trabalhou diretamente no design de personagens, junto do criador da obra, Ross. Além de ter dedo direto no visual de praia de Kit e Deise Informação.

E alguns cretinos travestidos de analistas, tentaram taxar o visual como “sexista”, “sexualização e objetificação de mulheres”, sendo que em momento algum se tem destaque no corpo de qualquer personagem. E principalmente, estando numa praia, queriam que usassem casacos para o inverno?

A obra é sim atrativa, mas não possui traços sensuais, muito menos, traços sexuais! Se o visual de biquínis numa praia está incomodando verdadeiros desocupados virtuais, é que algo de certo está sendo feito. Não somente as mulheres são belas, os homens são bem trabalhados e não tratados como mongoloides. Ser atrativo é uma virtude de sucesso, e o material humano de Gameoverso valoriza bem este quesito!

A bela composição da obra

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A obra utiliza de boas inspirações no mundo de jogos. Como dito, é fácil traçar um paralelo entre a Kit e Sonic ou Megaman, pelo design e recursos. Ou, a Rokit entre Fold e Deise Informação. Paralelos que criam referenciais claros e conhecidos ao grande público, o que torna a obra extremamente relacionável ao mais comum dos espectadores.

As piadas não são forçadas, são situacionais: Kaboodle e sua carga ranzinza têm um timing perfeito, que dão caráter ao personagem. As sacadas então, exalam a personalidade forte da obra. Deise Informação, por exemplo, se chama Miss Information no inglês da versão original, que é um trocadilho para desinformação, daí, Deise + Informação — absolutamente cinema! E agraciado seja quem traduziu esta sacada com tamanho zelo e afinco.

Os estereótipos de jogos de plataforma sendo bem utilizados, um belo aproveitamento de tela com tantos personagens distintos, e uma trilha sonora que reflete bem o caráter da obra. Tudo isso num pacote que tem o conjunto necessário para ser bem quisto numa comunidade sedenta por uma boa obra cativante.

A dublagem é destaque

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O que falta em vários animes e aqui é destaque: uma dublagem de peso! Aliás, em animes, muitos sequer possuem dublagem, e Gameoverso mostra que tal recurso é a chave para o sucesso regional! A obra traz em seu plantel:

  • Stephany Custodi (Tamaki Kotatsu em Fire Force) dá voz à protagonista, Kit Bodega;
  • Alexandre Moreno (Voz oficial do Adam Sandler, Ben Stiller e o Gato de Botas.) é uma das vozes de peso na obra, interpretando Kaboodle;
  • Yuri Chesman (Gaara em Naruto, Saitama em One Punch Man e Gohan em Dragon Ball Z) é a voz do Aprendossauro Gobbles;
  • O grande Guilherme Briggs dá voz ao vilão Warrick (mais um vilão pela Glitch);
  • Vini Estefanuto (Wakana Gojō, Johnny Joestar) dá voz ao supergolfinho Flappers;
  • Deise Informação tem a voz de Aline Guioli (Zero Two, Jester Lavorre, Yumemi Yumemite);
  • Jonatas Carmona (Moxxie, Grant em Murder Drones) é a voz de Fold;
  • Lorde Caranguejerton/Garota Caranguejo são feitos pela lenda viva da dublagem, Mário Jorge Andrade (a voz clássica do Eddie Murphy);
  • Márcio Simões (voz oficial do Will Smith, Samuel L. Jackson), é outro gigante que compõe o plantel, sendo a voz do vilão, Snappers.

As obras trazidas pela Glitch, normalmente trazem atores aspirantes e nomes conhecidos do cenário indie nos EUA, mas surpreendeu ao trazer um grande ator e dublador americano, Christopher Sabat, cuja voz é dublada por Guilherme Briggs. E com essa exceção, o resto do elenco brasileiro simplesmente transformou e elevou o nível da obra, superando em grande nível ao plantel original.

Análise geral e expectativas

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Eu, no auge da minha “autoridade” de quem passou a infância acompanhando os mais diversos cartoons no começo dos anos 2000: Os Castores Pirados, Amy & Yumi, Jovens Titãs, Três Espiãs Demais, Kim Possible (e por aí a lista se estende ad nauseam) tenho propriedade para afirmar: essa obra vale ser acompanhada! É um cartoon que crianças, adolescentes, adultos como eu, e até idosos, podem assistir sem medo algum!

A obra esbanja personalidade em seu enredo, com ares de nostalgia e novidade ao mesmo tempo. Simpatia é outra que é exalada com um aroma suave e adocicado! Poucas vezes tive logo de cara um contato tão positivo com uma protagonista, como a Kit. Ela é forte, se importa além do que é visível, e é linda a um ponto único! Não somente ela, mas Deise Informação (adorei este nome) — colocaram uma loira bela e competente.

O visual no geral é belo e bem utilizado, e se trabalharem corretamente, uma coisa é certo que não ocorrerá: tédio! Não há tantas obras que exploram tantos visuais e cenários ao mesmo tempo, e tudo isso no primeiro episódio.

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Ele possui problemas? Não necessariamente, e permita-me explicar o motivo. É um primeiro episódio que nos apresenta muito conteúdo de uma vez só: vários personagens, três cenários, num enredo que tem bons fundamentos. Agora, não é inovador — mas não precisa ser! Então, dá para compreender o ritmo muito acelerado no começo.

Acompanhei várias opiniões diferentes sobre a obra, e há um descompasso e desproporcionalidade de alguns. Gente, É O PRIMEIRO EPISÓDIO. Tenham dó! Há pessoas querendo exigir uma profundidade de personagem logo de cara, que estória alguma o faz. Há várias questões que precisam de atenção, caso queiram ter sucesso: o mundo, o que ocorre com os mundos de jogos, a Farcade e Sintaxe, com suas respectivas fundações.

Agora, não há falhas estruturais, tédio pleno por improdutividade, redundâncias ou pleonasmos. Menos, turma! O Incrível Circo Digital teve exatamente a mesma dinâmica, e ao longo de quase três anos de sua estreia, demonstrou que evoluir foi tão natural quanto o respirar, e não pode ser acelerado por conta da impaciência e pressa de alguns por aí!

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Novamente, torno a dizer: deem tempo ao tempo! Não queira explicações sobre quem são os personagens, porque do enredo ser o que é, e o que será da obra. O primeiro episódio cumpre bem em mostrar os personagens principais e secundários, e exibir o visual de destaque deles. O nível é alto, e após o encerramento de O Incrível Circo Digital, que acontecerá neste junho, entrará no radar da Glitch, e ganhará prioridade em sua produção.

Há um alto potencial nos personagens, enredo, no visual mais do que suficientemente capaz de atrair o mais exigente dentre os fãs de animação. Se para haver uma merecida continuação da saga for necessário o sucesso entre os fãs, é questão de tempo para vermos o segundo episódio!

Nota: 5.0/5.0


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