Shueisha obtém as informações necessárias para derrubar a rede de pirataria de mangá As editoras devem entrar com ações judiciais

Ana
(Supervisora da redação)
@anapnf
Shueisha
©Shueisha/ One Piece

As principais editoras do Japão estão se preparando para entrar com uma ação criminal contra a operadora de um dos maiores sites ilegais de visualização de mangá do país. Uma decisão de um tribunal dos Estados Unidos permitiu que identificassem a operadora. Quatro editoras, incluindo a Shueisha, acusaram o site de pirataria ‘Manga Bank‘ de violação de direitos autorais. Eles mencionam que a operadora postou todas as páginas de seus mangás e revistas no site sem permissão.

Em outubro, a Shueisha entrou com uma petição em um tribunal dos Estados Unidos para ordenar que o Google e outras empresas de internet revelassem informações sobre a operadora. Na sexta-feira passada, o tribunal teria ordenado que as plataformas mencionadas revelassem as informações.

Os sites ilegais de mangá surgiram como um grande problema na indústria editorial há cerca de quatro anos. Um site chamado ‘Manga-mura’, ou ‘Manga Village‘, já foi o maior site de mangá ilegal no Japão. Em junho, seu operador foi condenado a três anos de prisão por violações de direitos autorais e outras ações.

Manga Bank então substituiu Manga-mura. O número de acessos ao site chega a cerca de 81 milhões de vezes em um mês. Mas foi fechado no início de novembro. As quatro editoras pretendem entrar com uma ação de indenização por danos, além da ação-crime.

Um oficial da Shueisha, Ito Atsushi, diz que o papel de uma editora é proteger as obras que os autores se propuseram a criar e oferecê-las aos leitores de forma adequada. Ito tem o compromisso de combater sites de pirataria. Um dos advogados dos editores, Nakajima Hiroyuki, diz que os operadores de sites de hackers podem ser identificados por meio de ações judiciais, mesmo que usem servidores no exterior. Ele acrescentou que espera que a ação legal no caso do Manga Bank ajude a dissuadir as pessoas de operar sites ilegais.

Fonte:Aqui!

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André
André
8 dias atrás

Sinceramente, eles vendo esses números acreditam que ao fechar os sites os leitores vão se redirecionar para o material original, mas ao meu ver muitas pessoas primeiramente não mantém uma coleção/compra de volumes pq não lê constantemente, segundo em muitos lugares as obras não são publicadas e se são o preço é altíssimo, com isso eles perdem público pq muitos leitores preferem não ler mais do que comprar o original, deveriam seguir o exemplo dos mangás coreanos que tem sites por assinatura para a leitura e é acessível para qualquer região/país.